• fonte: Ambiente Energia

Nordex transfere fábrica para atender o Complexo Eólico Lagoa do Barro no Piauí


Com uma logística de transporte que envolve cerca de 300 caminhões, a Nordex desmonta sua fábrica de torres instalada dentro do Complexo Eólico Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul.

A partir de agora, a fábrica segue para mais um projeto e levará cerca de 20 dias para chegar ao seu próximo destino: o Complexo Eólico Lagoa do Barro, no sudoeste do Estado do Piauí.

Além da estratégia de deslocamento, a tecnologia implantada na fábrica de torres é fornecida exclusivamente pelo Grupo e replicada no México, África do Sul e Argentina, países onde a empresa também atua. “Esse é o nosso diferencial competitivo.

Possuímos flexibilidade na construção da fábrica dentro da obra e, com isso, economizamos na logística e também controlamos a evolução do projeto visando mitigar qualquer risco”, diz o Diretor Comercial do Grupo Nordex no Brasil, David Lobo.

Dentre os componentes transportados estão os guindastes internos (elefantes) e moldes para fabricação dos pré-moldados que formam as torres de concreto.

Parte dos componentes foram conduzidos de uma fábrica do Grupo localizada na Bahia e cerca de 60 caminhões já chegaram ao destino final.

O Grupo Nordex fornecerá para o Complexo Eólico Lagoa do Barro 65 turbinas do modelo AW3000, com 3 megawatts (MW) de potência cada, rotor de 125 metros de diâmetro e pás de 61,2 metros, instaladas acima de torres de concreto de 120 metros de altura.

É o aerogerador com maior diâmetro de rotor em operação no país. A empresa iniciará a montagem da sua nova fábrica de torres até o final de 2017. A previsão para o início das operações é maio de 2018.

De olho nos próximos leilões de energia, a Nordex mantém nas regiões de Areia Branca, no Rio Grande do Norte, Itarema, no Ceará, Palmares do Sul e Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul, a infraestrutura básica que permite montar uma fábrica de torres em um curto espaço de tempo.

“Nossos projetos saíram desses locais, mas mantemos a infraestrutura necessária para montar novamente a fábrica de torres. Caso novos projetos sejam implantados nestas regiões temos facilidade e agilidade para montar tudo rapidamente”, conta David Lobo.


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